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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Inédita na América Latina, doença semelhante à dengue é descoberta na Bahia

Gúbio Soares realizou a descoberta esta semana ao lado da pesquisadora Silvia Sardi Foto: Conselho Regional de Farmácia da Bahia

O mistério pode ter sido resolvido. Nem dengue, chikungunya ou virose. As pessoas que têm apresentado sintomas como febre branda, manchas na pele, diarreia, dores nos olhos podem estar infectadas com o zika vírus, uma doença inédita na América Latina, porém muito comum em diversas regiões dos continentes africano e asiático. Em 2013, inclusive, houve um surto no qual centenas de pessoas foram diagnosticadas com esse mal na Polinésia Francesa, na Oceania.

A descoberta foi feita pelos pesquisadores Gúbio Soares e Silvia Sardi, do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que conseguiram encontrar o zika vírus em oito das 25 amostras testadas nessa terça-feira (28). Todas eram de pacientes com os sintomas, supostamente da dengue, residentes na cidade Camaçari, município da Região Metropolitana de Salvador, na Bahia. As amostras de sangue foram analisadas por meio de uma técnica chamada RT-PCR.

Segundo Gúbio, a doença, que nunca havia sido registrada no Brasil, pode ter chegado ao País na época da Copa do Mundo, em 2014, porém acabou passando despercebida por causa da semelhança com a dengue. “O zika vírus é transmitido da mesma forma que a dengue e a chikungunya, ou seja, através do mosquito Aedes aegypti, além de outros mosquitos da mesma família, e o que mais se tem no Nordeste do Brasil é mosquito”, ressaltou o estudioso, que revelou: “Além dos sintomas que se confundem com a dengue, o paciente ainda pode apresentar sinais de conjuntivite”.

Nova doença apresenta sintomas comuns à dengue, com as manchas no corpo Foto: Mari Frazão/NE10
O pesquisador revela que, apesar do conhecimento “superficial” sobre a nova doença, é possível afirmar que a mesma é mais branda do que as “irmãs mais velhas”. Para ele, a menor letalidade do zika vírus não deve deixar a população relaxada quanto aos cuidados no combate ao mosquito transmissor. “As pessoas devem ficar atentas e lutar contra os focos do Aedes aegypti porque da mesma forma que ele está transmitindo dengue, chikungunya e zica vírus, pode passar a transmitir vírus muito mais letais; daí a importância de lutar contra o mosquito”, avaliou Gúbio Soares.

“A chegada da chikungunya na Bahia e o grande número de pessoas notificadas com dengue nos fez pesquisar melhor as amostras e identificar esse flavuvírus que nunca havia sido identificado na América Latina”, comentou Gúbio Soares. Apenas exames de sangue podem identificar a presença do zika vírus. O tratamento para esse mal é mesmo usado contra a dengue, podendo o doente se recuperar num período mais breve - cerca de cinco dias. A descoberta dos pesquisadores Gúbio Soares e Silvia Sardi foi possível graças ao apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), que disponibilizou recursos através do Programa de Apoio à Pesquisa para o SUS (PPSUS).

A Secretaria de Saúde de Pernambuco foi procurada para se posicionar sobre a descoberta desta doença e possíveis casos no Estado.

Fonte:http://noticias.ne10.uol.com.br

sexta-feira, 24 de abril de 2015

CCZ participa de caminhada contra dengue






Aconteceu na manhã desta sexta-feira (24), a “Caminhada contra a dengue” promovida pela Secretaria Municipal de Saúde, em parceira com a Vigilância Epidemiológica, Centro de Controle de Zoonoses de Caxias - CCZ, Atenção Básica e outros órgãos de Saúde.

A mobilização teve como objetivo chamar a atenção da população caxiense para o combate ao mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. Segundo a Vigilância Epidemiológica, só no primeiro trimestre de 2015 houve mais de 300 notificações de dengue, onde foram confirmados 150 casos da doença no município.

A concentração ocorreu na Praça Duque de Caxias em frente à Vigilância Epidemiológica, percorrendo ruas do Centro da cidade e finalizando na Praça do Pantheon.












 

 Fonte: Núcleo de educação do CCZ/Caxias



terça-feira, 14 de abril de 2015

Casos de dengue no Brasil aumentam 240% e chegam a 460,5 mil

Mosquito transmissor da dengue - Divulgação
BRASÍLIA - Até o dia 28 de março deste ano, 460,5 mil casos de dengue foram registrados no país pelo Ministério da Saúde. Em comparação com o mesmo período de 2014, quando foram registrados 135,3 mil casos da doença, houve um aumento de 240,1%.

Só neste ano, 132 pessoas morreram em decorrência da dengue, 29% a mais que o contabilizado no mesmo período do ano passado. Os casos graves também apresentaram crescimento: foram 235 até o fim do mês passado, o que representa um aumento 39,1% na comparação de 2014, quando foram registrados 169 casos graves.

Segundo o levantamento do ministério, o Acre é o estado com a maior incidência da doença, com 882,5 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Goiás aparece em seguida, com 702,4/100 mil e São Paulo, com 585,5 casos/100 mil habitantes.

Em relação às regiões, o Centro-Oeste apresenta maior incidência, com 393,3/100 mil habitantes (59.855 casos), seguida pelas regiões Sudeste com 357,5 /100 mil habitantes (304.251 casos), Norte com 112,4/100 mil habitantes (19.402 casos), Nordeste com 91,2/100 mil habitantes (51.521 casos), e Sul com 88,8/100 mil habitantes (25.773 casos).

O estado de São Paulo lidera o número total de casos, com 257.809 ocorrências, seguido de Goiás (45.819), Minas Gerais (30.153), Paraná (22.687) e Rio de Janeiro (13.181)

Já os municípios com o maior número de casos em comparação à população, foram São João do Caiuá (PR), com 16.760/100 mil habitantes; Trabiju (SP), com 14.303/100 mil habitantes; Paraguaçu Paulista (SP), com 13.738/100 mil habitantes; Estrela D’Oeste (SP), com 11.513/100 mil habitantes e Florínia (SP), com 9.039/100 mil habitantes.


Fonte:http://oglobo.globo.com

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Nmes/CCZ participa da Semana Nacional da Saúde na Escola Municipal Paulo Freire


Nesta terça-feira (07), a equipe de educadores do Núcleo Municipal de educação em Saúde - NMES do Centro de Controle de Zoonoses de Caxias - CCZ ministrou palestras sobre a dengue na Escola Paulo Freire em alusão à Semana Nacional da Saúde, promovida pela coordenação da UBS do bairro Campo de Belém.

Os educadores apresentaram na palestra a situação da dengue no município, com dados sobre o levantamento de localidades com maior I.I.P. (Índice de Infestação Predial) realizado pelo CCZ no último LIRAa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes aegypti) , que apontou 4,0% de infestação, bem como números recentes de casos notificados e confirmados de dengue em Caxias, segundo a Vigilância Epidemiológica.

Participaram do evento alunos e professores que receberam panfletos com informações sobre os sintomas, prevenção e combate à doença.

    
                                                                                                                                                                           
    
                                                                                             

Fonte: NMES/CCZ

quinta-feira, 12 de março de 2015

Nebulização é realizada para combater a dengue em Caxias

O Centro de Controle de Zoonoses de Caxias (CCZ), em parceria com a Secretaria de Saúde do Estado do Maranhão, está realizando nebulização para combater o mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, no município de Caxias. A programação teve início na última terça - feira (10) e se estenderá até 24 de março, das 5h às 8h da manhã e das 17:30h  às 19h.

As equipes do “carro fumacê” vão visitar todos os bairros da cidade, onde as primeiras localidades beneficiadas serão: Alecrim, Alto do Seriema, Antenor Viana, Bacuri, Caldeirões, Cangalheiro, Castelo Branco, Nova Caxias e Conjunto Cohab.

O segundo LIRAa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes aegypti) realizado pelos agentes de endemias do CCZ, no período de 2 a 6 de março de 2015, apontou Índice de Infestação Predial (IIP) geral de 4,0%, o que representa alto risco para surto de dengue, segundo Ministério da Saúde. Nesse período, foram visitados 2.282 imóveis, onde foram encontradas 92 amostras positivas para o vetor transmissor da dengue. De acordo com o levantamento, as localidades que apresentaram maior infestação predial foram Sulina, Castelo Branco, Tamarineiro, Matadouro Velho, Usina Velha, Veneza, entre outras.

Na segunda quinzena do mês de fevereiro, equipes da Saúde do Estado realizaram um levantamento de sorologias e coleta de larvas do Aedes aegypti. Foram confirmados pelo LACEN/MA (Laboratório Central de Saúde Pública do Maranhão) vários reagentes para a dengue e não houve casos de chikungunya no município de Caxias.



Fonte: NMES/CCZ

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

1º LIRAa do ano aponta IIP 2,2% em Caxias

O Centro de Controle de Zoonoses de Caxias (CCZ), realizou entre os dias 12 e 16 de janeiro, o 1º Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) do ano de 2015. O Índice de Infestação Predial (IIP) geral no município foi de 2,2%, o que representa estado de alerta para risco de surto de dengue.

Os Agentes de Combate às Endemias (ACE) visitaram 2.230 imóveis, onde foram encontradas 50 amostras positivas para o vetor transmissor da dengue. Baseado no LIRAa, as localidades que apresentaram maior infestação predial foram Matadouro (12,5%), Cajueiro (11,1%), Veneza (8,3%), Refinaria (6,8%), entre outras.

Além do trabalho rotineiro dos ACE nas residências, são também promovidas pelo CCZ ações educativas, como panfletagem nos bairros, alertando à população também sobre a febre Chikungunya, que também é transmitida pelo Aedes aegypti, com sintomas semelhantes aos da dengue.

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Classificação do LIRAa, segundo o Ministério da Saúde:

0% < IIP < 0,9% - Baixo Risco

1% < IIP < 3,9% - Médio Risco

4% < IIP < 7,9% - Alto Risco

 
Fonte:NMES/CCZ

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

CCZ realiza panfletagem contra a dengue e a chikungunya.

A equipe do Núcleo Municipal de Educação em Saúde - NMES do Centro de Controle de Zoonoses de Caxias - CCZ, realizou uma mobilização contra a dengue e a chikungunya, nesta sexta-feira (13), no centro da cidade, com o objetivo de conscientizar a população caxiense sobre os riscos dessas doenças.

A ação aconteceu nas Praças Pantheon, Praça da Matriz e Praça Gonçalves Dias, onde os agentes distribuíram panfletos e orientaram a população sobre os cuidados necessários para evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, o qual também transmite a chikungunya, uma vez que o trabalho de prevenção e combate deve ser contínuo.

Saiba mais

Dengue e Chikungunya são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. A chikungunya também é transmitida pelo Aedes albopictus, transmissor da febre amarela. E embora os vírus da febre chikungunya e os da dengue tenham características distintas, os sintomas das duas doenças são semelhantes. As pessoas podem apresentar febre, dor de cabeça, dores no corpo, manchas vermelhas na pele, dores nos olhos, dentre outros sintomas.

A principal diferença é que no Chikungunya ocorrem fortes dores nas articulações (tornozelos, punhos, joelhos, cotovelos e coluna vertebral).

Se você suspeitar que está com uma dessas doenças, procure uma Unidade de Saúde e siga as orientações dos profissionais.


Fonte: NMES/CCZ