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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Servidores do CCZ recebem palestras sobre câncer de próstata e de pênis.



O Centro  de Controle de Zoonoses de Caxias - CCZ recebeu, na manhã desta segunda-feira (17), palestras sobre câncer de próstata e câncer de pênis, ministradas pelo Psicólogo Clínico Lígio Raison do CTA/SAE - Caxias. Participaram do evento os agentes de endemias do programa de malária e supervisores de endemias.

O objetivo da palestra foi informar ao público masculino sobre a importância da realização do exame, a prevenção e acompanhamento do câncer de próstata e câncer de pênis.

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O câncer de prostata é o tipo de câncer que ocorre na próstata, glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis. Os sintomas são dor lombar, problemas de ereção, dor na bacia ou joelhos e sangramento pela uretra podem ser suspeitos. A maioria dos cânceres de próstata não causa sintomas até que atinjam um tamanho considerável. Alguns médicos recomendam a realização do toque retal e da dosagem do PSA a todos os homens acima de 50 anos.

O câncer de pênis é um tipo de neoplasia bastante rara, mas está relacionada aos hábitos de higiene e de comportamento sexual, podendo ter sua incidência bastante reduzida com a educação da população. O tratamento também é eficaz, mas é fundamental que o diagnóstico seja feito o mais cedo possível.

Sendo as condições relacionadas ao câncer de pênis, em ordem de importância, os hábitos de higiene genital; o comportamento sexual de risco, causador do HPV; e a circuncisão, conclui-se que este é um tipo de câncer é fácil de prevenir, dependendo principalmente de investimentos em educação.




Fonte: NMES/CCZ

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Agentes de endemias do CCZ recebem palestras sobre doenças ocupacionais promovidas pelo Cerest.


Na manhã desta quinta – feira (13), os Agentes de Endemias e supervisores do programa de dengue do Centro de Controle de Zoonoses de Caxias – CCZ, receberam mais um ciclo de palestras sobre doenças ocupacionais promovido pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – Cerest/Caxias.

Os temas abordados nas palestras foram:

Doenças ocupacionais, onde foi enfatizado o câncer ocupacional, como por exemplo, o câncer de pele, entre outros, ministrada pelo Médico do Trabalho, Dr. Igor Brito;

Dermatoses Ocupacionais, com informações sobre a prevenção, diagnóstico e tratamento de dermatites que podem ser ocasionadas no ambiente de trabalho, ministrada pela enfermeira Darla Osório;

LER/DORT (Lesões pro esforço repetitivo/Distúrbios Osteomusculares relacionados ao trabalho), ministrada pela Terapeuta Ocupacional, Dra. Dyener Moura.

“É de grande importância informar aos agentes de endemias sobre LER/DORT, que podem acontecer no ambiente de trabalho, mostrando algumas medidas de prevenção e posturas que os mesmos possam desenvolver para amenizar complicações futuras”, enfatizou a palestrante Dra. Dyener Moura. 

O evento foi finalizado com exercícios de relaxamento muscular e, posteriormente, houve sorteio de brindes para os participantes.

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As doenças ocupacionais são decorrentes da exposição do trabalhador aos riscos da atividade que desenvolve. Podem causar afastamentos temporários, repetitivos e até definitivos, prejudicando a produtividade.

Os tipos mais comuns são as Lesões por Esforços Repetitivos ou Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT), que englobam cerca de 30 patologias, entre elas a tendinite (inflamação do tendão) e a tenossinovite (inflamação da membrana que recobre os tendões). As LER/DORT são responsáveis pela alteração das estruturas osteomusculares, como tendões, articulações, músculos e nervos. As lesões são causadas pelo desempenho de atividade repetitiva e contínua, tais como tocar piano, dirigir caminhões, fazer crochê e digitação.



Fonte: NMES/CCZ

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

CCZ recebe palestras sobre doenças ocupacionais promovidas pelo CEREST.

Servidores do Centro de Controle de Zoonoses de Caxias - CCZ receberam palestras sobre adoecimentos ocupacionais, promovidas pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Caxias – CEREST, sob a coordenação de Michele Mello.

O evento aconteceu nesta terça-feira (11) onde foram abordados temas como, o câncer ocupacional, estresse no trabalho e LER/DORT (Lesões pro esforço repetitivo/Distúrbios Osteomusculares relacionados ao trabalho), onde foram apresentados aos participantes a importância do uso do EPI (Equipamento de Proteção Individual), a prevenção e diagnóstico de doenças, controle ocupacional, entre outros assuntos.

As palestras foram ministradas por profissionais do CEREST, o Médico do Trabalho, Dr. Igor Brito, Psicóloga, Dra. Valeska Rocha e Terapeuta Ocupacional, Dra. Dyener Moura.

Na próxima quinta-feira (13), acontecerá o segundo momento de palestras para os demais funcionários do CCZ.

Mais
  • O câncer ocupacional é uma das formas de adoecimento e de problema com a saúde do trabalhador. É decorrente da exposição a agentes químicos, físicos ou biológicos classificados como carcinogênicos, presentes no ambiente de trabalho; 
  •  L.E.R. (Lesões por Esforço Repetitivo) é uma síndrome constituída por um grupo de doenças – tendinite, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo, dedo em gatilho, síndrome do desfiladeiro torácico, síndrome do pronador redondo, mialgias -, que afeta músculos, nervos e tendões dos membros superiores principalmente, e sobrecarrega o sistema musculoesquelético. Esse distúrbio provoca dor e inflamação e pode alterar a capacidade funcional da região comprometida. A prevalência é maior no sexo feminino;
  • Também chamada de D.O.R.T. (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho), L.T.C. (Lesão por Trauma Cumulativo), A.M.E.R.T. (Afecções Musculares Relacionadas ao Trabalho) ou síndrome dos movimentos repetitivos, L.E.R. é causada por mecanismos de agressão, que vão desde esforços repetidos continuadamente ou que exigem muita força na sua execução, até vibração, postura inadequada e estresse. Tal associação de terminologias fez com que a condição fosse entendida apenas como uma doença ocupacional, e que existem profissionais expostos a maior risco: pessoas que trabalham com computadores, em linhas de montagem e de produção ou operam britadeiras, assim como digitadores, músicos, esportistas, pessoas que fazem trabalhos manuais, por exemplo tricô e crochê.                                                                                        

Fonte: NMES/CCZ


terça-feira, 21 de outubro de 2014

LIRAa realizado pelo CCZ aponta IIP 2,3%

O Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) foi realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses de Caxias (CCZ), entre os dias 06 e 10 de outubro. O Índice de Infestação Predial (IIP) no município foi de 2,3%, o que representa médio risco para surto, segundo o Ministério da Saúde. 

Agente de Endemias coletando larva do Aedes aegypti.

Foram visitados 2.280 imóveis e encontradas 53 amostras positivas para o vetor transmissor da dengue. Baseado no LIRAa, as localidades que tiveram maior infestação predial foram Salobro (10,9%), Mutirão (7,5%), Fumo Verde (7,4%) e Veneza (7,1%), entre outras.

Dentre as ações rotineiras dos Agentes de Combate às Endemias (ACE), como a visita domiciliar para o levantamento do índice e tratamento de focos da dengue, são atividades também do CCZ, a realização de mutirões de limpeza e sensibilização contra a doença.

Mais

Classificação do LIRAa, segundo o Ministério da Saúde:

0% < IIP < 0,9% - Baixo Risco

1% < IIP < 3,9% - Médio Risco

4% < IIP < 7,9% - Alto Risco

Fonte:NMES/CCZ

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Fiocruz vai liberar Aedes aegypti com bactéria no Rio para combater dengue

10 mil mosquitos serão liberados toda semana em bairro do Rio de Janeiro.
Bactéria Wolbachia faz com que mosquito não possa transmitir dengue.

Fiocruz vai soltar Aedes aegypti com bactéria que impede que mosquito transmita dengue (Foto: Gutemberg Brito/Fiocruz/Divulgação)
Fiocruz vai soltar Aedes aegypti com bactéria que impede que mosquito transmita dengue (Foto: Gutemberg Brito/Fiocruz/Divulgação)

Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vão soltar 10 mil mosquitos Aedes aegypti toda semana durante três ou quatro meses no bairro de Tubiacanga, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Os mosquitos contêm a bactéria Wolbachia, que os impede de transmitir o vírus da dengue. O objetivo é substituir toda a população de mosquitos da região para reduzir os casos de infecção por dengue.

A liberação dos primeiros mosquitos aconteceu nesta quarta-feira (24). Desde 2012, a Fiocruz trabalha no projeto estudando bairros para a aplicação do método, avaliando a população de mosquitos desses bairros e promovendo cruzamentos dos mosquitos com Wolbachia com os mosquitos do Brasil em laboratório.

Os ovos de mosquito com a bactéria foram importados da Austrália, com autorização do Ibama.

A partir da seleção do bairro de Tubiacanga, a Fiocruz também começou a fazer um trabalho junto à população de esclarecimento sobre o projeto. Moreira conta que uma pesquisa foi feita com 30% da população de cerca de 3 mil habitantes do bairro para verificar o conhecimento que as pessoas tinham sobre a dengue e a opinião que faziam do projeto. 90% dos entrevistados disseram estar de acordo com a soltura dos mosquitos com Wolbachia na região.

Moreira explica que 10 mil mosquitos serão soltos a cada semana durante cerca de 3 a 4 meses. Como as fêmeas infectadas passam a bactéria para os ovos, a expectativa é que depois de um tempo, toda a população esteja infectada pela Wolbachia. “Toda semana, vamos soltar os mosquitos e fazer a coleta na região para verificar se estão infectados ou não, até atingir cerca de 100%. A partir disso, não precisa soltar mais”, diz o pesquisador.
A bactéria Wolbachia não traz nenhum risco às pessoas, segundo os pesquisadores. Moreira explica que as pessoas já estão expostas a ela no dia a dia: 70% dos pernilongos, por exemplo, têm essa bactéria no organismo.

A iniciativa faz parte de um projeto internacional lançado pela Austrália chamado “Eliminate Dengue: Our Chalange” (ou Eliminar a Dengue: Nosso Desafio). Foi na Universidade de Monash que uma equipe de pesquisadores conseguiu retirar a bactéria Wolbachia das moscas-das-frutas e passá-la para os mosquitos Aedes aegypti, injetando-a nos ovos dos mosquitos.

Outros estudos demonstraram que a bactéria era capaz de bloquear o vírus da dengue no Aedes aegypti, impedindo que o mosquito transmitisse a doença ao picar alguém. Mosquitos com a bactéria já foram liberados em algumas cidades no nordeste da Austrália e também no Vietnã e Indonésia.

No Brasil, o projeto se chama “Eliminar a Dengue: Desafio Brasil”. Nos próximos anos, outros três bairros devem receber os mosquitos com bactéria, segundo Moreira: Urca e Vila Valqueire, no Rio de Janeiro, e Jurujuba, em Niterói.

Fonte:g1.globo.com

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Prefeitura faz entrega de fardamento dos servidores do CCZ



A Prefeitura de Caxias realizou, na manhã desta quinta-feira (28), a entrega do fardamento dos servidores do Centro de Controle de Zoonoses. A entrega do material foi acompanhada pelo prefeito Leonardo Coutinho, juntamente com o secretário municipal de Saúde, Dr. Vinicius Araújo, e a direção do CCZ.

154 servidores receberam um kit, composto por bolsa, quatro camisas, duas calças, bota e cinto.

Durante o encontro, o secretário municipal de Saúde destacou o compromisso e reconhecimento da Prefeitura de Caxias pelo trabalho dos servidores do CCZ, a exemplo da aplicação do novo piso salarial. “Apesar de ser uma determinação recente do Ministério da Saúde, muitos municípios ainda não pagam o piso salarial dos agentes de Saúde; diferentemente do que acontece em Caxias, onde o prefeito Léo Coutinho prontamente tem cumprido como preconiza o Governo Federal”, disse Dr. Vinicius Araújo.

O prefeito Leonardo Coutinho lembrou da lei municipal, criada em sua gestão, onde regulamenta a indenização de campo. “No começo do nosso governo sentamos com vocês, e dentre as reivindicações, a maior delas era indenização. Nós a regulamentamos, e hoje entra e sai prefeito, vocês têm essa garantia em lei. E, junto com o novo piso salarial, está sendo pago em dia. Tudo isso é respeito para com vocês, pois sabemos da importância do trabalho do agente de Endemias na comunidade. A Saúde sempre será a nossa prioridade”, ressaltou o gestor municipal. 

 





 

















 Fonte: Ascom / Prefeitura de Caxias

terça-feira, 29 de julho de 2014

Brasil inaugura primeira fábrica de mosquitos da dengue transgênicos

Mosquito Aedes aegypti macho fabricado pela Oxitec, 
      unidade criada em Campinas, interior de São Paulo (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
                                                              
Empresa Oxitec produz inseto capaz de reduzir transmissão da doença. Unidade em Campinas gera até 2 milhões de mosquitos por semana.

A empresa britânica Oxitec inaugurou, nesta terça-feira (29), a primeira fábrica de mosquitos Aedes aegypti transgênicos do Brasil, uma tecnologia que, se aprovada, pode ajudar no combate da dengue no país. A unidade, instalada em Campinas, tem capacidade de produzir 500 mil insetos por semana. No ápice de produção, esse número pode saltar para 2 milhões de machos a cada sete dias.
                                                   
A tecnologia foi desenvolvida em 2002, no Reino Unido. No laboratório, ovos dos Aedes aegypti receberam uma microinjeção de DNA com dois genes, um para produzir uma proteína que impede seus descendentes de chegarem à fase adulta na natureza, chamado de tTA, e outro para identificá-los sob uma luz específica.

Os machos, quando liberados na natureza, procriam com as fêmeas –responsáveis pela incubação e transmissão do vírus da dengue. Elas vão gerar descendentes que morrem antes de chegarem à vida adulta, reduzindo a população total.

Testes iniciados em 2011 na cidade de Juazeiro, na Bahia, mostraram redução acima de 80% na população selvagem. Alguns experimentos apontaram resultados de 93% de redução do Aedes aegypti que vive na natureza. O uso dos insetos da Oxitec no Brasil foi feito em parceria com a organização Moscamed.
                                                                           
Como funciona
 
A ideia da Oxitec é ser contratada pelo poder público para fornecer um pacote de serviços, que vai desde o treinamento de agentes públicos ao combate de possíveis epidemias de dengue.

A contratação depende da aprovação da Agência de Vigilância Sanitária, a Anvisa, que ainda estuda autorizar a comercialização deste tipo de serviço. Caso isto ocorra, o Brasil poderá ser o primeiro país a aprovar o uso de  Aedes aegypti transgênico, em caráter comercial, para combater a dengue.

No entanto, testes podem ser realizados em algumas cidades, como Piracicaba e Campinas, ambas no interior paulista.

Segundo Glenn Slade, diretor global de desenvolvimento de negócios da empresa, uma cidade de 50 mil habitantes terá de desembolsar de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões por ano para aplicar os serviços, e R$ 1 milhão pelos anos seguintes, para manutenção dos insetos. Ele afirma ainda que novas unidades devem ser construídas no Brasil.

O processo de liberação é dividido em três fases. Em um plano simulado para um município de 10 mil habitantes, na primeira fase, chamada de supressão, são liberados 2,5 milhões de insetos por semana (250 para cada habitante). Na consolidação, o total de lançamentos cai para um milhão por semana. As duas primeiras etapas duram de quatro a seis meses, cada uma delas. Na terceira e última fase, a de manutenção, são liberados 500 mil mosquitos machos por semana.

De acordo com o Ministério da Saúde, entre 1º de janeiro e 5 de julho deste ano, o país registrou 659.051 casos de dengue, total que é 52,5% menor que o do ano passado (1.388.776 notificações). A quantidade de mortes também diminuiu. Foram 249 óbitos entre 1º janeiro e 5 de julho deste ano contra 541 no mesmo período do ano passado.

Fonte: g1.globo.com