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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

1º LIRAa do ano aponta IIP 2,2% em Caxias

O Centro de Controle de Zoonoses de Caxias (CCZ), realizou entre os dias 12 e 16 de janeiro, o 1º Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) do ano de 2015. O Índice de Infestação Predial (IIP) geral no município foi de 2,2%, o que representa estado de alerta para risco de surto de dengue.

Os Agentes de Combate às Endemias (ACE) visitaram 2.230 imóveis, onde foram encontradas 50 amostras positivas para o vetor transmissor da dengue. Baseado no LIRAa, as localidades que apresentaram maior infestação predial foram Matadouro (12,5%), Cajueiro (11,1%), Veneza (8,3%), Refinaria (6,8%), entre outras.

Além do trabalho rotineiro dos ACE nas residências, são também promovidas pelo CCZ ações educativas, como panfletagem nos bairros, alertando à população também sobre a febre Chikungunya, que também é transmitida pelo Aedes aegypti, com sintomas semelhantes aos da dengue.

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Classificação do LIRAa, segundo o Ministério da Saúde:

0% < IIP < 0,9% - Baixo Risco

1% < IIP < 3,9% - Médio Risco

4% < IIP < 7,9% - Alto Risco

 
Fonte:NMES/CCZ

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

CCZ realiza panfletagem contra a dengue e a chikungunya.

A equipe do Núcleo Municipal de Educação em Saúde - NMES do Centro de Controle de Zoonoses de Caxias - CCZ, realizou uma mobilização contra a dengue e a chikungunya, nesta sexta-feira (13), no centro da cidade, com o objetivo de conscientizar a população caxiense sobre os riscos dessas doenças.

A ação aconteceu nas Praças Pantheon, Praça da Matriz e Praça Gonçalves Dias, onde os agentes distribuíram panfletos e orientaram a população sobre os cuidados necessários para evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, o qual também transmite a chikungunya, uma vez que o trabalho de prevenção e combate deve ser contínuo.

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Dengue e Chikungunya são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. A chikungunya também é transmitida pelo Aedes albopictus, transmissor da febre amarela. E embora os vírus da febre chikungunya e os da dengue tenham características distintas, os sintomas das duas doenças são semelhantes. As pessoas podem apresentar febre, dor de cabeça, dores no corpo, manchas vermelhas na pele, dores nos olhos, dentre outros sintomas.

A principal diferença é que no Chikungunya ocorrem fortes dores nas articulações (tornozelos, punhos, joelhos, cotovelos e coluna vertebral).

Se você suspeitar que está com uma dessas doenças, procure uma Unidade de Saúde e siga as orientações dos profissionais.


Fonte: NMES/CCZ

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Pesquisadores da UEMA criam extrato que ajuda no combate à dengue

Extrato é feito a partir de uma planta da Índia conhecida como 'Nim'.
Planta se adapta às condições climáticas do Maranhão.

Um aliado contra a dengue, de baixo custo e eficácia comprovada. O extrato desenvolvido por um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual do Maranhão já está patenteado e pode ser mais uma ferramenta no combate à doença. Todo o trabalho de pesquisa foi baseado na árvore "Nim", que é original da Índia e se adapta perfeitamente às condições climáticas do Maranhão.

A composição é feita a partir das folhas do Nim. "O grande diferencial desse extrato é que ele consegue eliminar os ovos que são bastante resistentes e alguns dos inseticidas combatem a larva e não os ovos e com isso você elimina o crescimento do mosquito adulto. Outro diferencial também é que ele não é tóxico ao homem", explica a pesquisadora Adriana Câmara.

O resultado surgiu a partir do conhecimento popular sobre a planta. As sementes já são usadas como inseticidas naturais pela comunidade. As pesquisadoras agora estudam como transformar o produto em inseticida.

"É um trabalho de custo extremamente baixo e a acessível à população e que não é tóxico para o homem. Nó temos que atrair os empresários. Eles precisam investir na produção desses extratos exatamente para que a dengue possa ser combatida no Maranhão", diz a professora doutora, Maria Célia Costa.

A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) disse que a dengue está sob controle na capital maranhense. Em 2014, foram registradas 913 notificações de casos suspeitos da doença. Em 2013, o número chegou a 1.094.

Duas coisas andam preocupando a vigilância epidemiológica: a chegada das chuvas e do carnaval. "A chegada de pessoas, principalmente de determinadas áreas, como da Bahia, nós temos que estar muito atentos, a população tem que estar toda atenta para a chegada dessas pessoas porque além da dengue, ela pode estar trazendo outro vírus, que é do chikungunya. Aí é uma preocupação maior. Nós temos que estar com todo cuidado nessa entrada e saída de pessoas", avisa o coordenador do Programa de Combate à Dengue da Semus, Pedro Tavares.

Fonte: g1.globo.com/ma

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Servidores do CCZ recebem palestras sobre câncer de próstata e de pênis.



O Centro  de Controle de Zoonoses de Caxias - CCZ recebeu, na manhã desta segunda-feira (17), palestras sobre câncer de próstata e câncer de pênis, ministradas pelo Psicólogo Clínico Lígio Raison do CTA/SAE - Caxias. Participaram do evento os agentes de endemias do programa de malária e supervisores de endemias.

O objetivo da palestra foi informar ao público masculino sobre a importância da realização do exame, a prevenção e acompanhamento do câncer de próstata e câncer de pênis.

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O câncer de prostata é o tipo de câncer que ocorre na próstata, glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis. Os sintomas são dor lombar, problemas de ereção, dor na bacia ou joelhos e sangramento pela uretra podem ser suspeitos. A maioria dos cânceres de próstata não causa sintomas até que atinjam um tamanho considerável. Alguns médicos recomendam a realização do toque retal e da dosagem do PSA a todos os homens acima de 50 anos.

O câncer de pênis é um tipo de neoplasia bastante rara, mas está relacionada aos hábitos de higiene e de comportamento sexual, podendo ter sua incidência bastante reduzida com a educação da população. O tratamento também é eficaz, mas é fundamental que o diagnóstico seja feito o mais cedo possível.

Sendo as condições relacionadas ao câncer de pênis, em ordem de importância, os hábitos de higiene genital; o comportamento sexual de risco, causador do HPV; e a circuncisão, conclui-se que este é um tipo de câncer é fácil de prevenir, dependendo principalmente de investimentos em educação.




Fonte: NMES/CCZ

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Agentes de endemias do CCZ recebem palestras sobre doenças ocupacionais promovidas pelo Cerest.


Na manhã desta quinta – feira (13), os Agentes de Endemias e supervisores do programa de dengue do Centro de Controle de Zoonoses de Caxias – CCZ, receberam mais um ciclo de palestras sobre doenças ocupacionais promovido pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – Cerest/Caxias.

Os temas abordados nas palestras foram:

Doenças ocupacionais, onde foi enfatizado o câncer ocupacional, como por exemplo, o câncer de pele, entre outros, ministrada pelo Médico do Trabalho, Dr. Igor Brito;

Dermatoses Ocupacionais, com informações sobre a prevenção, diagnóstico e tratamento de dermatites que podem ser ocasionadas no ambiente de trabalho, ministrada pela enfermeira Darla Osório;

LER/DORT (Lesões pro esforço repetitivo/Distúrbios Osteomusculares relacionados ao trabalho), ministrada pela Terapeuta Ocupacional, Dra. Dyener Moura.

“É de grande importância informar aos agentes de endemias sobre LER/DORT, que podem acontecer no ambiente de trabalho, mostrando algumas medidas de prevenção e posturas que os mesmos possam desenvolver para amenizar complicações futuras”, enfatizou a palestrante Dra. Dyener Moura. 

O evento foi finalizado com exercícios de relaxamento muscular e, posteriormente, houve sorteio de brindes para os participantes.

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As doenças ocupacionais são decorrentes da exposição do trabalhador aos riscos da atividade que desenvolve. Podem causar afastamentos temporários, repetitivos e até definitivos, prejudicando a produtividade.

Os tipos mais comuns são as Lesões por Esforços Repetitivos ou Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT), que englobam cerca de 30 patologias, entre elas a tendinite (inflamação do tendão) e a tenossinovite (inflamação da membrana que recobre os tendões). As LER/DORT são responsáveis pela alteração das estruturas osteomusculares, como tendões, articulações, músculos e nervos. As lesões são causadas pelo desempenho de atividade repetitiva e contínua, tais como tocar piano, dirigir caminhões, fazer crochê e digitação.



Fonte: NMES/CCZ

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

CCZ recebe palestras sobre doenças ocupacionais promovidas pelo CEREST.

Servidores do Centro de Controle de Zoonoses de Caxias - CCZ receberam palestras sobre adoecimentos ocupacionais, promovidas pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Caxias – CEREST, sob a coordenação de Michele Mello.

O evento aconteceu nesta terça-feira (11) onde foram abordados temas como, o câncer ocupacional, estresse no trabalho e LER/DORT (Lesões pro esforço repetitivo/Distúrbios Osteomusculares relacionados ao trabalho), onde foram apresentados aos participantes a importância do uso do EPI (Equipamento de Proteção Individual), a prevenção e diagnóstico de doenças, controle ocupacional, entre outros assuntos.

As palestras foram ministradas por profissionais do CEREST, o Médico do Trabalho, Dr. Igor Brito, Psicóloga, Dra. Valeska Rocha e Terapeuta Ocupacional, Dra. Dyener Moura.

Na próxima quinta-feira (13), acontecerá o segundo momento de palestras para os demais funcionários do CCZ.

Mais
  • O câncer ocupacional é uma das formas de adoecimento e de problema com a saúde do trabalhador. É decorrente da exposição a agentes químicos, físicos ou biológicos classificados como carcinogênicos, presentes no ambiente de trabalho; 
  •  L.E.R. (Lesões por Esforço Repetitivo) é uma síndrome constituída por um grupo de doenças – tendinite, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo, dedo em gatilho, síndrome do desfiladeiro torácico, síndrome do pronador redondo, mialgias -, que afeta músculos, nervos e tendões dos membros superiores principalmente, e sobrecarrega o sistema musculoesquelético. Esse distúrbio provoca dor e inflamação e pode alterar a capacidade funcional da região comprometida. A prevalência é maior no sexo feminino;
  • Também chamada de D.O.R.T. (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho), L.T.C. (Lesão por Trauma Cumulativo), A.M.E.R.T. (Afecções Musculares Relacionadas ao Trabalho) ou síndrome dos movimentos repetitivos, L.E.R. é causada por mecanismos de agressão, que vão desde esforços repetidos continuadamente ou que exigem muita força na sua execução, até vibração, postura inadequada e estresse. Tal associação de terminologias fez com que a condição fosse entendida apenas como uma doença ocupacional, e que existem profissionais expostos a maior risco: pessoas que trabalham com computadores, em linhas de montagem e de produção ou operam britadeiras, assim como digitadores, músicos, esportistas, pessoas que fazem trabalhos manuais, por exemplo tricô e crochê.                                                                                        

Fonte: NMES/CCZ


terça-feira, 21 de outubro de 2014

LIRAa realizado pelo CCZ aponta IIP 2,3%

O Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) foi realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses de Caxias (CCZ), entre os dias 06 e 10 de outubro. O Índice de Infestação Predial (IIP) no município foi de 2,3%, o que representa médio risco para surto, segundo o Ministério da Saúde. 

Agente de Endemias coletando larva do Aedes aegypti.

Foram visitados 2.280 imóveis e encontradas 53 amostras positivas para o vetor transmissor da dengue. Baseado no LIRAa, as localidades que tiveram maior infestação predial foram Salobro (10,9%), Mutirão (7,5%), Fumo Verde (7,4%) e Veneza (7,1%), entre outras.

Dentre as ações rotineiras dos Agentes de Combate às Endemias (ACE), como a visita domiciliar para o levantamento do índice e tratamento de focos da dengue, são atividades também do CCZ, a realização de mutirões de limpeza e sensibilização contra a doença.

Mais

Classificação do LIRAa, segundo o Ministério da Saúde:

0% < IIP < 0,9% - Baixo Risco

1% < IIP < 3,9% - Médio Risco

4% < IIP < 7,9% - Alto Risco

Fonte:NMES/CCZ